Financeirização, Acumulação Produtiva e Ocupação no Brasil Pós Real

28 nov

Apesar de mudanças recentes na condução da política econômica, ainda não viramos definitivamente a página da história que nos orientou à recessão, desemprego, sub acumulação e dependência.

E por isso, estou retomando as atividades do blog e gostaria de compartilhar com vocês meu trabalho de conclusão de curso  MONO-COMPLETA que recebeu nota máxima sob orientação final da Profa. Dra. Maria Aparecida de Paula Rago, disponível também na biblioteca da Nadir Gouvea Kfouri na PUC/SP, e que traz luz à alguns aspectos do período que compreende os anos 1990 a 2000 onde a predominância da acumulação de capital em seu aspecto financeiro traduziu-se em influxo nos níveis de emprego, renda e produtividade industrial no Brasil.

Fundamentado no conceito marxiano de “capital portador de juros”, em que a formação de riqueza ocorre, prioritariamente, na transformação do próprio dinheiro em dinheiro remunerado por juros durante sua circulação na esfera financeira e independente do processo de produção, discorro sobre as principais características deste novo regime de acumulação e como através do desenvolvimento de políticas de liberalização e desregulamentação a sociedade brasileira vislumbrou seus efeitos mais deletérios no contexto das relações sociais.

É sobre esse preceito que pretendo refletir sobre os acontecimentos recentes na economia e política e publicar meus próximos comentários.

Indico a leitura.

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